quinta-feira, 12 de junho de 2014

Caderno CRH n. 70 no SciELO

Encontra-se disponibilizado no site do SciELO o Caderno CRH n. 70 que traz Dossiê Temático “TRABALHO IMATERIAL” organizado pelo Prof. Henrique Amorim.
Endereço para acessar os textos completos:

Para indicação bibliográfica:
Caderno CRH, v.27, n. 70, Salvador-BA, Jan./Abr. 2014

http://www.scielo.br/img/pt/lead.gif Dossiê



·  O trabalho imaterial em discussão: teoria e política
Amorim, Henrique
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·  Vida, trabalho e valor no século XXI: desfazendo o nó
Huws, Ursula Elin
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·  As teorias do trabalho imaterial: uma reflexão crítica a partir de Marx
Amorim, Henrique
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·  Immaterial labor in the material cycle of capital and the influence of social classes on contemporary capitalism
Valencia, Adrián Sotelo
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·  Subsunção do trabalho imaterial ao capital
Prado, Eleutério F. S.Pinto, José Paulo Guedes
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·  Teoria do valor e trabalho produtivo no setor de serviços
Rosso, Sadi Dal
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·  Emprego e trabalho no início do século XXI: revisitando Keynes e Marx
Moraes Neto, Benedito Rodrigues de
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·  Tempo de trabalho e imaterialidade na teoria social de André Gorz
Silva, Josué Pereira da
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·  Valor, renda e "imaterialidade" no capitalismo contemporâneo
Cavalcante, Sávio Machado
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http://www.scielo.br/img/pt/lead.gif Artigos



·  Desenvolvimento local, empreendedorismo e "governança" urbana: onde está o trabalho nesse contexto?
Wolff, Simone
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·  Mídia, consumo e crime na juventude: a construção de um traçado teórico
Melo, Patricia Bandeira deAssis, Rodrigo Vieira de
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·  Agora abaixe o som: UPPS, ordem e música na cidade do Rio de Janeiro
Silva, Luciane Soares da
        · resumo em Português | Inglês | Francês     · texto em Português     · pdf em Português



·  A luta pelos direitos humanos: profissionalização de causas e politização do direito
Petrarca, Fernanda Rios
        · resumo em Português | Inglês | Francês     · texto em Português     · pdf em Português


http://www.scielo.br/img/pt/lead.gif Resenha Temática



·  A economia política da transformação do nordeste: de Furtado a Unger
Teixeira, Carlos Sávio
        · resumo em Português | Inglês | Francês     · texto em Português     · pdf em Português


http://www.scielo.br/img/pt/lead.gif Resenha



·  Dimensões socioculturais da alimentaçãodiálogos Latino-Americanos
Lima, Romilda de SouzaDoula, Sheila Maria
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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Nota de protesto

Nota de protesto referente ao julgamento do Projeto “Crise do Capital e Fundo Público: implicações para o trabalho, os direitos e as políticas sociais” pela CAPES

Nós, Grupo de Pesquisa do CNPq Trabalho, Trabalhadores e Reprodução Social sediado no Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades(CRH) e no Programa de Pós-graduação em C. Sociais da Universidade Federal da Bahia, rejeitamos de forma contundente o parecer emitido sobre o projeto de pesquisa intitulado “Crise do Capital e Fundo Público: implicações para o trabalho, os direitos e as políticas sociais” para o edital PROCAD (Programa Nacional de Cooperação Acadêmica) no qual, como justificativa para não recomendar o mencionado projeto, manifesta um conjunto de afirmações descabidas e mesquinhas, preconceituosas e intolerantes, antidemocráticas e anticientíficas, cujo conteúdo esta em flagrante contradição com um ambiente acadêmico e científico baseado na diversidade e pluralidade. O referido projeto conta com a participação de pesquisadores de reconhecidas universidades brasileiras - UNB, UERJ E UFRN - além de uma qualificada  e ampla equipe formada por 19 docentes, 09 doutorandos/as, 15 mestrandos/as e 27 graduados/as.

O mencionado parecer afirma que, de modo arbitrário, reducionista e tirânico, o método empregado pelos proponentes carece de relevância e cientificidade, como expresso nesta passagem: o "Projeto afirma basear-se no método marxista histórico-dialético. Julgo que a utilização deste método não garante os requisitos necessários para que se alcance os objetivos do método científico”. A afirmação estabelece um despotismo teórico-metodológico, pois portadora de cientificidade seria apenas aquelas esposadas pelo parecerista; contrariamente, aquelas posições divergentes da crença do avaliador seriam duvidosas, ideológicas, não objetivas e não científicas. Além disso, as crenças do parecerista levam-no à afirmação absurda e obtusa ao vaticinar: “Considerando a metodologia a ser empregada – cujos requisitos científicos não tem unanimidade – a proposta pode ser considerada pouco relevante"; esse tipo de concepção está baseada na equívoca crença, pois é disso que se trata, que uma metodologia para ter estatuto científico e relevância deve ter uma fantasiosa aceitação absoluta pelos membros da comunidade científica. Este tipo de crítica agride a diversidade teórico-metodológica existente na comunidade científica e ofende a pluralidade democrática que deve ser constitutiva da prática acadêmica.

Vale ressaltar que o repúdio e a recusa ao parecer e sua aceitação pelas instâncias decisórias da CAPES não deve contar, tão somente, com a solidariedade de grupos afinados com opção teórica-metodológica expostas pelos proponentes do projeto, mas também deve contar com o apoio de todos aqueles que recusam o arbítrio e a tirania como prática na comunidade científica, independente de sua filiação teórica e política.

Por esta razão, esse episódio deve servir para que a comunidade científica exija da CAPES a constituição de instrumentos de controle para que práticas deletérias como essas possam  ser abolidas, pois o mais assustador neste episódio, além do teor do parecer, foi a aceitação pela instituição de uma concepção tão danosa à cultura científica do país.

Pelo exposto acima, recusamos o arbitrário e despótico parecer emitido contra o projeto e estendemos nossa solidariedade aos seus proponentes, exigindo da CAPES a reavaliação da proposta e a constituição de um grupo de trabalho com a finalidade de criar instrumentos para que práticas como essas sejam demovidas do ambiente acadêmico e científico brasileiro.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Publicação do IPEA

IPEA TD1959 Dilemas do Trabalho: Sindicatos no Brasil Hoje

Nos anos 1990, por conta dos eventos ocorridos na economia brasileira, a associação de trabalhadores a sindicatos enfrentou uma crise expressiva. As bases sindicais contraíram-se e, ao mesmo tempo, tornaram-se mais rarefeitas. Contudo, nos 2000, apesar de a economia ter colaborado bastante, ao menos em seu âmbito macro, a associação dos trabalhadores aos sindicatos não avançou – ao menos, não como poderia ter avançado. Com efeito, os anos 2000 registraram um descolamento entre as dinâmicas laboral e sindical. Por um lado, a primeira avançou por meio da criação de milhões de novos empregos, na esteira dos eventos ocorridos na economia. Por outro lado, a segunda não avançou – ou, ao menos, não tanto quanto –, pois os sindicatos alcançaram apenas uma fração dos ocupantes destes novos empregos. Ou seja, as bases sindicais se ampliaram, mas raramente se adensaram. O que poderia estar por trás deste descompasso entre as dinâmicas laboral e sindical nos anos 2000? O que poderia explicar a rarefação das bases, apesar de sua ampliação concomitante? Neste texto, pretende-se levantar algumas hipóteses, situadas em três campos de discussão – o da economia, o da demografia/sociedade e o da política.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

II Encontro Internacional Teoria do Valor Trabalho e Ciências Sociais

II Encontro Internacional Teoria do Valor Trabalho e Ciências Sociais

16 e 17 de outubro de 2014

Universidade de Brasília – UnB
Campus Darcy Ribeiro

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Seminário “Estado, movimentos contestatórios e comportamento político”



A programação completa do Seminário “Estado, movimentos contestatórios e comportamento político” já está publicada na página do Grupo de Pesquisa Processos de Hegemonia e Contra-hegemonia.




Programação:


DIA 29 – QUINTA-FEIRA
08h – Inscrições e credenciamento
10h – Abertura
10:30h – PALESTRA: A TEORIA DA DEPENDÊNCIA E SUA ATUALIDADE
Professor Dr. Nildo Ouriques (UFSC)

19h - MESA REDONDA: DESENVOLVIMENTISMO, DEPENDÊNCIA E CRISE
Expositores: Professor Dr. Nildo Ouriques (UFSC e IELA) e Prof. Dr. João Roberto Pinto (UNIRIO e Instituto Mais Democracia)
Debatedor: Prof. Dr. Eliziário Andrade (UNEB)
21:30 – lançamento de livros de autores presentes.



Durante a tarde do dia 29 e a manhã e tarde do dia 30, haverá seis  MESAS DE COMUNICAÇÕES com 20 trabalhos sobre temas como: hegemonia, jornadas de junho, movimentos contestatórios, mídia e política, estado, teoria marxista, luta das mulheres, estudantes e questão sindical, comportamento político, crise, dependência, desenvolvimentismo, neoliberalismo, América Latina.



A participação é livre e a inscrição gratuita.


Veja mais: https://www.facebook.com/364951340310876/photos/a.364964246976252.1073741828.364951340310876/388670054605671/?type=1&theater





Lançamento do livro Tópicos em Saúde, Ambiente e Trabalho: um olhar ampliado


sexta-feira, 28 de março de 2014

Calendário de atividades abertas

4/7
Autonomia universitária
18/7
Trabalho docente na UFBA
1/8
Para uma ontologia do ser social. Lukács